segunda-feira, 19 de novembro de 2018

ALUNAS(OS) DESTAQUES

    No  decorrer das atividades escolares, os alunos são avaliados considerando os aspectos qualitativos e quantitativos e essa avaliação é quantificada ao final de cada período letivo. Nas escolas estaduais do Maranhão a nota mínima aprovativa é 6, em uma escala que vai de 0 a 10. 
  Certamente aqueles alunos mais empenhados terão notas melhores. Em contra partida, aqueles alunos que obtiverem notas inferiores a 6 deverão empenhar-se muito mais em relação ao respectivos componentes curriculares (disciplinas).
   No intuito de motivar o constante aprimoramento e dedicação dos alunos, o Centro de Ensino Isaura Amorim apresenta o ranking com os vinte e nove alunos(as) que obtiveram as melhores médias de notas no 1º e 2º períodos.    


Ranking de notas do 1º período do C.E. Isaura Amorim




Ranking de notas do 2º período do C.E. Isaura Amorim


terça-feira, 12 de junho de 2018

Resultado Oficial MOBFOG


Disponibilizamos no link abaixo o resultado final da Mostra Brasileira de Foguetes (MOBFOG) 2018 destacando a colocação, o nome da equipes, os integrantes e o alcance.

Resultado Oficial MOBFOG 2018

domingo, 13 de maio de 2018

A MESOPOTÂMIA

                     A MESOPOTÂMIA

          Mesopotâmia significa entre rios. Localizava-se nas terras do Oriente Médio entre os rios Tigre e Eufrates. Sua região era desfavorável à vida humana, pois era cercada por montanhas e desertos além de possuir um clima quente e seco durante a maior parte do ano. Porém, alguns fatores como o aproveitamento das águas dos rios Tigre e Eufrates e o trabalho coletivo e direcionado, possibilitaram a Mesopotâmia tornar-se polo de atração para diversos povos como os sumérios, os acádios, os amoritas, os assírios e os caldeus.
          As principais atividades econômicas dos povos mesopotâmicos eram a agricultura, a criação de animais, o artesanato e o comércio. O comércio interno mesopotâmico foi de fundamental importância na medida em que os habitantes trocavam seus produtos ente si, ligando o campo à cidade. Já no comércio externo, os mesopotâmicos comerciavam com diversos outros povos e percorriam longas distancias em direção ao Oriente e ao Ocidente, em busca de matérias-primas importantes para a sua economia. Inicialmente essas expedições comerciais foram organizadas pelos templos e palácios, posteriormente, passaram às mãos de particulares enriquecidos, mas continuaram a ser controladas e taxadas pelo governo.
          A sociedade mesopotâmica era hierarquizada e marcada pela desigualdade. No topo estava o rei, autoridade máxima e comandante militar em caso de guerra. Abaixo do rei vinham os sacerdotes, os altos funcionários e grandes comerciantes. Em seguida vinha a maioria da população compostas por trabalhadores livres do campo e da cidade, os quais eram obrigados a passar parte do que produziam para os campos e palácios. Haviam ainda os escravizados, ou seja, prisioneiros de guerra ou pessoas que não puderam pagar suas dívidas.

          Os povos mesopotâmicos eram politeístas, ou seja, acreditavam em vários deuses, os quais possuíam formas e sentimentos humanos. Cada cidade possuía um deus protetor, que, por vezes, era transformado em deus supremo quando a cidade protegida por ele tornava-se capital de um império. Os mitos criados pelos mesopotâmicos foram importantes tanto por explicar a realidade do período como por serem considerados importantes fontes históricas pelos historiadores atuais.

Autoras: Amanda Gomes de Santana; Hérica de Oliveira Santos; Pâmela Sousa Siva (Estudantes do 1º ano “E”)
Orientador: Professor Luis de Oliveira

sexta-feira, 11 de maio de 2018

A escola como espaço para o exercício da criatividade


A escola como espaço para o exercício da criatividade
Autor: Texto coletivo, 2º ano B
Orientador: Professor José de Oliveira (Zeca)

Muito se comenta, através dos jornais, revistas TV’s etc. a respeito de uma escola que seja além de tudo, um espaço de criação. Mas, por que a criatividade é tão importante? Porque nela vive o potencial transformador do ser humano que nos impulsiona sermos agentes autônomos de transformação.
            É preciso, primeiramente considerar que escolas pouco flexíveis, com programações rígidas, professores autoritários, salas de aula fechadas não soam como um ambiente acolhedor, que incentive a criatividade. Sem esquecer que o que caracteriza o espaço de criação é a criação propriamente dita. O participante ter a possibilidade de criar algo. O que pode ser feito através das mais diversas formas: conteúdos teóricos, conteúdos práticos, textos, desenhos, poesias, dramatizações, músicas, entre outros.
            Convém lembrar que a criatividade é vital; sem ela não nos desenvolvemos, nem como indivíduos nem como sociedade. Se criarmos uma cultura que valorize o processo criativo dentro das instituições de ensino, poderemos fazer a diferença no mundo; tornando estas crianças e jovens protagonistas de suas vidas e escolhas e capazes de transformar suas comunidades em lugares mais amigáveis e justos.
É imprescindível frisar que para existência de uma escola como espaço para o exercício da criatividade é preciso repensar o modelo tradicional de ensino e dar aos alunos a possibilidade de aprendizagem pela experiência, além de espaço para construírem obras das quais serão autores.  Processo esse, que exige formas mais democráticas e participativas e que vá além de um passado idealizado e continuamente reforçado.